És “demasiado fit” para teres o período?

Amenorreia é um fenómeno caracterizado por ausência de menstruação em mulheres que se encontram em idade fértil.

Pontos estratégicos para recuperação da Amenorreia Hipotalâmica

Reconheço que o título do post soa a provocação, mas a minha intenção foi mesmo essa: alertar para uma situação que afecta cada vez mais mulheres.

Antes de avançar, gostaria de partilhar contigo algo que se passou comigo.

Embora a minha natureza tenha sido sempre um pouco contestatária (estão a ver a Mafalda da banda desenhada? Acrescentem-lhe um par de óculos e têm o meu retrato em criança 🙂 no início dos anos 90, estando eu em plena adolescência, deu-se o verdadeiro Big Bang na minha vida.

Por um lado, via o meu corpo a mudar do dia para a noite (de onde vieram estas mamas e esta anca roliça?) e, por outro as preocupações ambientais começaram a ocupar a minha mente 24 horas por dia. De manhã à noite, devorava livros sobre os efeitos da poluição, a extinção das espécies animais e vegetais, pesticidas, conservantes, corantes e outras substâncias nocivas na alimentação, o degelo e a camada de ozono. Digamos que estes assuntos todos coabitavam de forma anárquica na minha mente efervescente de adolescente. Esses e as preocupações com as minhas curvas.

Logo eu, que adorava jogar à bola e andar de bicicleta com os rapazes e que tinha um imenso orgulho por ser aceite no meio dos “gajos”.

Aos poucos comecei a fazer tudo o que estava ao meu alcance para desempenhar o papel de ativista ambiental na perfeição e, ao mesmo tempo, para reverter o natural desenvolvimento do meu corpo.

Passei a limitar tudo o que comia ao que eu considerava serem alimentos saudáveis. O problema é que, no final do século XX, ninguém falava em alimentação saudável da forma como se fala hoje e os alimentos que eu considerava serem “permitidos” eram praticamente inexistentes. Então, comecei a restringir a quantidade de alimentos que ingeria num dia ao mínimo indispensável e a enganar os sinais de fome com litros de água. Nalguns dias, chegava a comer uma maçã em 24 horas. U-m-a m-a-ç-ã.

Por outro lado, para acabar com as curvas que tanto me chateavam, resolvi aumentar a prática de exercício físico. Levantava-me às 4 da manhã para ir correr. Antes de regressar a casa, comprava pão para a minha família e preparava-lhes um pequeno almoço delicioso (do qual eu só cheirava). Ao final da tarde fazia 2 ou 3 aulas no ginásio (ginástica aeróbica, ao estilo Jane Fonda) e não me permitia adormecer antes de fazer uma sequência alucinada de abdominais e sei lá mais o quê.

Para “ajudar à festa” tinha acabado o liceu com média de 20 valores e entrado na primeira fase numa das faculdades com média mais alta do país.

Eu controlava tudo: a minha alimentação, o exercício físico, os meus resultados académicos e… o meu corpo.

Cheguei aos 18 anos com 30 e poucos quilos. Cabelo fino e de um tom amarelo palha. Unhas quebradiças. Ossos frágeis. E sem período. Devo ter estado quase 2 anos sem ciclo menstrual.

Quando olho para as fotos dessa altura (entre os 15 e os 19 anos) e quase não me reconheço. Sinto que aquele corpo franzino e olhar obstinado (quase sempre zangado) não era o meu. Mas a verdade é que tive que aceitar que eu fui assim. A boa notícia é que recuperei. Custou muito, mas, com a ajuda das pessoas certas, foi possível reverter a amenorreia hipotalâmica.

Ainda sinto dificuldade em falar sobre este tema, sem sentir angústia ao recuar no tempo. Mas a verdade é que este tem sido uma preocupação recorrente nas mulheres que acompanho, e, por essa razão, considero que é fundamental partilhar um pouco do conhecimento e experiência que fui adquirindo.

O que é a amenorreia?

Amenorreia é um fenómeno caracterizado por ausência de menstruação em mulheres que se encontram em idade fértil. Esta condição pode ser subdividida em dois grupos: amenorreia primária (ausência de menarca – primeira menstruação – após a puberdade) e secundária (quando a supressão doe Ciclo Menstrual ocorre durante um período de tempo em mulheres que já menstruaram).

O que pode causar amenorreia?

Esta condição pode ser desencadeada por diversas razões, algumas perfeitamente naturais e fisiológicas e outras que nos indicam que há algo no nosso organismo que necessita de especial atenção: gravidez e amamentação (amenorreia lactacional), níveis excessivos de prolactina em mulheres que não amamentam (hiperprolactinemia), disfunção da tiróide, síndrome de Asherman,  toma de medicamentos (como é o caso dos contraceptivos hormonais), síndrome do ovário poliquístico, amenorreia hipotalâmica, entre outras.

O que é a amenorreia hipotalâmica? (AH, para os amigos)

Como o nome indica, esta condição, que afecta 30% das mulheres em amenorreia, é causada por uma insuficiência de funcionamento de uma parte essencial do cérebro humano: o hipotálamo.

Digamos que se o nosso corpo fosse uma orquestra, o hipotálamo era o maestro. Esta importante glândula recebe informação de todas as partes do corpo e, em resposta, dá ordem às diversas glândulas para a segregação de hormonas que interferem com as funções do organismo, nomeadamente a função reprodutora.

O hipotálamo, entre as inúmeras funções, é responsável por regular o Ciclo Menstrual. Para o fazer começa por libertar a GnRH (gonadrotopin-releasing-hormone). A GnRh funciona como o metrónomo do maestro, pois é esta hormona que vai definir a velocidade de funcionamento do nosso corpo. Nas mulheres diagnosticadas com AH, a GnRH é libertada pelo hipotálamo num ritmo lento, quase como um adagio.

Por sua vez, a GnRH, vai dar ordem à hipófise (outra glândula que se encontra no encéfalo) para libertar as hormonas FSH (responsável pela selecção e maturação dos folículos ováricos) e a LH (que tem como principal função desencadear a ovulação).

Não é difícil compreender que, se a segregação de GnRh não é suficiente, por sua vez a concentração de FSH e LH no sangue é igualmente reduzida, o que pode colocar em causa o funcionamento do Ciclo Menstrual.

Por outro lado, outras hormonas fundamentais para o desencadear do Ciclo Menstrual são segregadas e/ou armazenadas no nosso tecido adiposo (massa gorda). Na maioria das mulheres com AH, a percentagem de massa gorda é reduzida, o que também vem comprometer o funcionamento do seu aparelho reprodutor.

Quais são os sinais e sintomas mais comuns da AH?

Para além da já referida ausência de Ciclo Menstrual, a amenorreia hipotalâmica, pode ainda manifestar-se de diversas formas. Em seguida apresento uma lista das manifestações mais comuns. Lembra-te que nem todos os sintomas são comuns a todas as mulheres com AH.

  • Cabelo seco e fino
  • Unhas frágeis e quebradiças
  • Pés e mãos frios
  • Irritabilidade
  • Ansiedade
  • Falta de desejo sexual
  • Insuficiente lubrificação vaginal
  • Ossos frágeis (osteopenia ou osteoporose)
  • Índice de massa corporal inferior a 18,5
  • Percentagem de massa gorda inferior a 20%

Quais são as principais causas da AH?

Não é fácil definir uma causa concreta para a amenorreia hipotalâmica, uma vez que, na maioria das situações, esta condição é desencadeada por um conjunto de factores, tais como:

  • Restrição alimentar com ingestão de calorias insuficiente;
  • Histórico de perda considerável de peso, na ordem dos 10%;
  • Exercício físico intenso;
  • Stress (mental, emocional e/ou físico);
  • Factores genéticos.

No entanto, é importante salvaguardar que nem todas as mulheres partilham da totalidade das causas anteriormente descritas.

Como se pode diagnosticar AH?

Para além das causas descritas anteriormente, que nos orientam para um possível diagnóstico, é possível confirmar a amenorreia hipotalâmica, recorrendo a análise de sangue de determinados parâmetros endócrinos, como é o caso das hormonas LH, FSH e E2 (estradiol).

Por vezes, o exame ecográfico vaginal pode também orientar o profissional de saúde nesse sentido, nomeadamente através da observação dos ovários (alinhamento, dimensão e quantidade de folículos ováricos) e espessura do endométrio (camada interna do útero).

Porque é que há cada vez mais mulheres com Amenorreia Hipotalâmica?

Acredito que, hoje em dia, vivemos no cenário ideal para que este tipo de condição se possa manifestar. A pressão para que sejamos perfeitas, sempre à altura de qualquer desafio, com um corpo escultural e super saudável é enorme.

De todo o lado (especialmente através das redes sociais) nos chega informação sobre as mais diversificadas dietas e modas de exercício físico, devidamente ilustradas por pessoas com uma aparência “ideal”: a transbordar autoconfiança e vitalidade – e queremos ser como elas.

É então que, à dieta paleo, vamos somar a low carb e a keto, mas, como somos vegan, vamos subtrair tudo que é de origem animal. E como queremos manter-nos esguias, vamos cortar com todas as gorduras, incluindo os frutos secos, abacate e o azeite. Rings a bell?

Começamos a ir ao ginásio para perder aqueles 2 quilos teimosos que ganhámos no Natal passado e damos por nós a participar em provas de CrossFit onde levantamos 3 vezes o nosso peso. Sounds familiar?
Como consequência, à tensão nervosa que sentimos no dia a dia por querermos ser profissionais exemplares, mães exemplares, companheiras exemplares, amigas exemplares, somamos um stress crónico por nos sentirmos obrigadas a alimentar-nos de forma exemplar e a seguir religiosamente o plano de treinos a que nos impusemos.

É nessa altura que o nosso corpo activa uma espécie de plano de contingência e restringe a sua actividade às funções vitais, para garantir a nossa sobrevivência.

O Ciclo Menstrual (apesar de ter sido considerado um sinal vital pelo American College of Obstetricians and Gynecologists) é uma das primeiras funções a ser considerada secundária e a “passar para o banco de trás do nosso carro”.

“Eu não sou magra. O meu Índice de Massa Corporal está dentro dos padrões normais. Porque é que não tenho o período”?

Mesmo que o teu IMC esteja dentro dos padrões normais (entre 18,5 e 24,5) a tua percentagem de massa gorda pode ser inferior ao desejável para que o teu Ciclo Menstrual funcione da melhor forma (isto é, inferior a 20%). Esta disparidade de valores é facilmente compreensível se pensarmos que, hoje em dia, a percentagem de massa muscular das mulheres ativas fisicamente é elevada e que, por outro lado, a massa muscular é mais pesada do que a massa gorda.

“Mas então o exercício físico não faz bem à saúde? Não promove a segregação de hormonas “boas”?

Esta é uma questão que me é colocada com frequência. De facto, o exercício físico moderado favorece a segregação de endorfinas, que são hormonas que, e ao serem libertadas para o organismo provocam uma sensação de bem-estar.

No entanto, quando a intensidade do exercício ou mesmo a frequência com que é realizado, é superior ao que o nosso organismo considera benéfico, a segregação de endorfinas dá lugar à libertação de cortisol, que é uma das hormonas do stress.

Por outro lado, a intensidade física intensa dificulta a segregação da hormona leptina (pelo nosso tecido adiposo) a qual estimula a libertação da GnRH pelo hipotálamo – e, como vimos anteriormente, quando esta hormona se encontra em quantidade reduzida, todo o sistema reprodutor fica comprometido.

O meu médico aconselhou-me a tomar a pílula para voltar a ter o período.

A pílula contraceptiva é frequentemente apresentada como uma solução para diversas questões relacionadas com o Ciclo Menstrual, que não têm a ver directamente com a contracepção.

Conheço diversos casos que mulheres que tomaram a pílula para “tratar” uma amenorreia hipotalâmica e “voltar a ter o período” (que sabemos que não é mais do que uma hemorragia de privação) e que, anos mais tarde, quando suspenderam o contraceptivo para poder engravidar, perceberam que não menstruavam. Ou seja, a amenorreia manteve-se latente durante todo o tempo da toma da pílula – bem como o potencial o risco de agravamento de todas as complicações de saúde que poderão advir de uma situação prolongada de AH: osteoporose, problemas cardíacos, risco de demência, declínio cognitivo prematuro, etc.

Em conclusão: a pílula ou qualquer outro contraceptivo hormonal não é uma solução para o tratamento da amenorreia hipotalâmica, pois funciona apenas como uma operação de cosmética, “mascarando” o real problema.

Como é que é possível recuperar de uma Amenorreia Hipotalâmica?

Este tema é muito abrangente e, certamente, haveria conteúdo para escrever muito mais.

No entanto, gostaria agora de partilhar contigo o que considero serem 4 pontos chave para recuperares da amenorreia hipotalâmica.

Sim, porque “há vida para além da AH” 😉

1. Nutre-te.

Se o teu IMC e/ou a percentagem de massa gorda é inferior ao considerado saudável, é essencial que aumentes de peso. E isso significa aumentar o número de calorias diárias ingeridas. Não há volta a dar, ou melhor, não há forma de dar a volta à AH, sem passar por este ponto.

Mesmo que chegues à conclusão de que te alimentas bem, lembra-te que podes não estar a ingerir as calorias suficientes para compensar a energia que queimas com o exercício físico que praticas.

Eu sei que tu sabes imenso sobre alimentação, que tens toda uma lista mental dos índices glicémicos e calóricos de um sem número de alimentos e que és uma verdadeira enciclopédia ambulante no que toca a este tema. Mas, por experiência própria, sei que ninguém melhor que um nutricionista para elaborar contigo um plano alimentar que resulte e que vá ao encontro dos teus gostos pessoais e necessidades nutricionais. Ter alguém que possa ter uma visão externa da questão é o ideal. Tu estás demasiado envolvida, acredita.

Um conselho: em vez de pensar que estás a comer para engordar, pensa antes que estás a nutrir a tua fertilidade.

2. Repensa o teu exercício físico.

Gostava que refletisses comigo sobre a tua relação com a atividade física. O que sentes quando estás a fazer exercício? O que sentes quando te vês obrigada a “saltar” uma aula? Qual a percentagem de tempo por dia é que despendes a preocupar-te com o exercício físico? Dás espaço ao teu corpo para recuperar entre uma aula e outra? A forma como te alimentas consegue compensar as calorias que queimas com a atividade física?

A minha sugestão para a recuperação da AH passa por alternar o exercício intenso com atividades mais moderadas, como o pilates, tai-chi, caminhada ou o yoga. O objectivo é compensar a segregação de cortisona, com a de hormonas mais relaxantes, como as endorfinas e a oxitocina. Vais ver que o teu corpo e mente vão agradecer-te.

Se a tua profissão exige uma actividade física intensa constante (como acontece com as bailarinas profissionais, por exemplo), então sugiro que reforces os outros pontos chave: a alimentação e a gestão do stress. Tenho consciência que as profissões que assentam numa prática de exercício intenso são também as mais exigentes no que diz respeito à manutenção de um corpo esguio e leve – o que torna esta questão na chamada “pescadinha de rabo na boca”.

No entanto, quando há um aumento da gestão de calorias em mulheres com AH, o corpo tende a usar os novos recursos para compensar todo o “tempo perdido”. É como se, em vez de começares a recuperação do 0, estivesses a começar do -10. Quando, chegas ao nível 0, é natural que aumentes ligeiramente de volume à volta da cintura e anca – o corpo cria esta reserva na zona dos teus órgãos reprodutores, para o caso de mudares de ideias e regressares ao nível -10. Passada esta fase, o que se observa na grande maioria das mulheres é uma distribuição do volume adquirido por todo o corpo, fazendo com que se atinja o equilíbrio.

3. Aprende a gerir o stress.

Como vimos anteriormente, as grandes expectativas que te impões a ti própria, a necessidade de controlo de todas as áreas da tua vida, a preocupação constante com a alimentação e o exercício físico são os ingredientes chave para que se dê um enorme e constante desgaste físico, mental e emocional. Curiosamente, algumas mulheres que acompanho, não têm a verdadeira noção do quanto a sua constante preocupação com a alimentação e o exercício físico (ou mesmo as expectativas que lhes são auto-impostas) lhes causa stress e ansiedade. É uma espécie de stress latente, mas que pode igualmente ter consequências menos positivas no funcionamento do sistema reprodutor.

Por um lado, exiges muito de ti e, por outro, não alimentas o teu corpo de modo a poder dar resposta a essas exigências. Eu sei que posso soar bastante dura, mas acredita que já passei pelo mesmo e sei o quanto consegue ser difícil.

Se, mesmo falando com amigos ou com familiares em quem confias, continuas com dificuldade em diminuir os níveis de stress e ansiedade, então sugiro que consultes um psicólogo que pode ajudar-te a tecer as melhores estratégias.

4. Sê paciente.

Ninguém gosta de esperar. E muito menos uma mulher que aguarda durante meses, ou mesmo anos, a fio pelo regresso do seu Ciclo Menstrual. Mas pensa que é preciso dares tempo ao teu corpo para reunir as condições necessárias para recuperar.

O tempo médio para o corpo recuperar de uma AH é de 6 meses. Repara que eu disse “o corpo recuperar” e não referi “tu fazeres com que o teu corpo recupere”.

O teu corpo necessita da tua colaboração. Necessita que o nutras, que o mimes e que abrandes o ritmo. Mas a verdade é que o teu Ciclo Menstrual vai regressar por si, como algo com vontade própria, independentemente de o quereres ou não. Independentemente de o quereres controlar.

Lembra-te que os verdadeiros maestros da operação, o hipotálamo e a hipófise, encontram-se numa zona do cérebro chamada de “cérebro primitivo”, que é comum a inúmeros animais, e que funciona de forma independente do “cérebro racional”, que identifica os humanos.

Por isso, no que toca a estes assuntos, eu sugiro sempre que sejamos um pouco mais “animais” e menos humanas :)

A informação, que consta no presente artigo do blog, é destinada apenas para fins educacionais e nunca substitui o diagnóstico médico.

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2 respostas

  1. Bárbara descobri o seu blog apenas hoje e já li imensos artigos. Identifico-me com os conteúdos, mas este especialmente, parece que espelha os meus últimos anos. Tem sido uma luta, mas acredito que estou a conseguir pequenas vitórias. Vou segui-la atentamente nas redes sociais. Sucesso para o seu trabalho.

    1. Muito obrigada Isabel.
      Pensa neste processo não como uma luta mas como um caminho de autocuidado. São pequenos passos, pequenas vitórias, como tu dizes, pequenos sinais para que o teu corpo possa compreender que é seguro ovular. Lembra-te que a amenorreia na verdade é a ausência de ovulação, não tanto de menstruação.
      Um beijinho!

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